No Dia Mundial de Combate ao Câncer, Geraldo Resende reforça luta por diagnóstico precoce, radioterapia e tratamento digno em Mato Grosso do Sul
Neste 8 de abril, Dia Mundial de Combate ao Câncer, o deputado federal Geraldo Resende volta a colocar no centro do debate uma das pautas mais sensíveis da saúde pública: a necessidade de garantir prevenção, diagnóstico no tempo certo, estrutura hospitalar e tratamento digno para quem enfrenta a doença. O alerta é nacional. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 781 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028, cenário que reforça a urgência de ampliar a capacidade do SUS para responder com rapidez, eficiência e humanidade.
Médico de formação e parlamentar com atuação histórica na saúde, Geraldo tem concentrado esforços na consolidação da rede oncológica de Mato Grosso do Sul, com ações que envolvem desde a modernização de equipamentos até a ampliação física de unidades e a interiorização do tratamento. Em Campo Grande, uma das principais frentes é o fortalecimento do Hospital de Câncer Alfredo Abrão (HCAA), referência estadual em oncologia. O hospital responde por cerca de 72% dos atendimentos oncológicos em Mato Grosso do Sul, realiza mais de 17 mil procedimentos mensais e foi contemplado com a emissão de ordem bancária de R$ 8.042.937,54 para a compra de um novo acelerador linear, equipamento estratégico para radioterapia. Além disso, também foi aprovado o projeto para aquisição de um novo aparelho de ressonância magnética, reforçando a capacidade diagnóstica da unidade.
A atuação de Geraldo em defesa do Hospital do Câncer também inclui a luta pela conclusão da ampliação da unidade. De acordo com o projeto já apresentado, o novo prédio permitirá a implantação de oito salas de centro cirúrgico, novos leitos, áreas de isolamento, UTI, consultórios e espaços de apoio, ampliando a capacidade do hospital de 54 para 204 leitos. Ao lado dessa agenda, o deputado também defende a implantação do MS Diagnóstico, estrutura planejada para funcionar ao lado do HCAA, com investimento estimado em R$ 30 milhões, voltada à ampliação da oferta de consultas e exames especializados.
O trabalho do deputado também alcança o interior do Estado, com foco na descentralização da assistência oncológica. Entre as ações mais importantes está a estruturação do serviço de radioterapia em Três Lagoas, com recursos já assegurados, na planilha do mandato, para a construção do bunker do Centro de Radioterapia no Hospital Nossa Senhora Auxiliadora. Na mesma linha de fortalecimento da rede, Geraldo também articulou a chegada de novos aceleradores lineares para ampliar a cobertura do tratamento oncológico em Mato Grosso do Sul, incluindo equipamento entregue ao Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, com investimento de R$ 16,3 milhões.
Pelas informações consolidadas na planilha de recursos do mandato, essa atuação também inclui novos investimentos para reforçar a retaguarda hospitalar e diagnóstica da rede pública. Entre eles, estão R$ 1,5 milhão destinados ao Hospital do Amor de Dourados para equipamentos de ressonância magnética; R$ 9,36 milhões para equipamentos do Hospital Regional de Dourados; R$ 2,42 milhões para equipamentos do Hospital de Três Lagoas; e R$ 3,2 milhões para o Hospital Regional de Ponta Porã. O conjunto dessas ações ajuda a preparar o Estado não apenas para tratar melhor, mas para reduzir distâncias, filas e o sofrimento de quem precisa de cuidado especializado.
“Quando falamos em câncer, não estamos falando apenas de uma doença. Estamos falando de pessoas, de famílias inteiras e de uma corrida contra o tempo. Por isso, essa não pode ser uma pauta tratada apenas em discurso ou em data de calendário. É preciso ter compromisso real com prevenção, com diagnóstico precoce, com radioterapia, com equipamentos modernos e com tratamento digno perto de casa. Pessoas com Câncer Importam e precisam ser prioridade nas decisões públicas”, afirma Geraldo Resende.
Para o deputado, enfrentar o câncer com seriedade significa fortalecer toda a jornada do paciente dentro do SUS, da suspeita inicial ao início da terapia. “A saúde pública precisa estar preparada para acolher, diagnosticar e tratar com rapidez. Quem enfrenta o câncer não pode esperar o sistema andar devagar. Nosso trabalho é justamente esse: transformar articulação política em estrutura, equipamento e atendimento para salvar vidas”, conclui.